ESTUDO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS POR PESSOAS NÃO-SURDAS: UM ESTUDO DE CASO EM PIRIPIRI – PI SOBRE MOTIVAÇÕES DE PROFESSORES DE ACADEMIAS PARA APRENDER LIBRAS

Autores

  • THIAGO DE ANGILLI DIAS ANDRADE INSTITUTO FEDERAL DO PIAUI - CAMPUS TERESINA ZONA SUL Autor
  • MARIA DA LUZ OLIVEIRA DIAS INSTITUTO FEDERAL DO PIAUI - CAMPUS TERESINA ZONA SUL Autor

Palavras-chave:

Motivação; Libras; Academia; Professor

Resumo

Objetivo: analisar as motivações de professores de academias para aprender Libras. Metodologia: Pretendeu-se conhecer as diferentes estratégias formativas e abordagens práticas utilizadas pelos professores participantes da pesquisa frente aos desafios e perspectivas colocados à educação inclusiva e o projeto foi aprovado no comitê de ética com o código 61551422.6.0000.9207. Quanto à coleta de dados, realizou-se entrevistas na sua forma semiestruturada, a qual está focada em um assunto sobre o qual confeccionamos um roteiro com perguntas principais, complementadas por outras questões inerentes às circunstâncias momentâneas à entrevista. A análise dos dados coletados teve como finalidade compreender e interpretar o material qualitativo, a fim de descobrir os significados que os atores sociais compartilham na vivência de sua realidade. Foi utilizado para a pesquisa qualitativa a técnica de análise de conteúdo, que segundo Bardin é um “conjunto de técnicas de análise das comunicações e tem por objetivo enriquecer a leitura e ultrapassar as incertezas, extraindo conteúdos por trás da mensagem analisada”. Essa ferramenta auxiliará na análise das entrevistas e do estudo de caso. Foram entrevistados 5 professores de academias da cidade de Piripiri-PI, sobre suas motivações para aprender Libras. Resultados: As análises obtidas mostraram que os participantes foram motivados sobre a educação inclusiva ainda na graduação, mesmo que de forma simples, além disso relataram que os e-mails recebidos pelo Conselho Federal de Educação Física também são grandes motivadores para a prática da educação física inclusiva. O contato que esses docentes possuem com a educação inclusiva por intermédio de formações continuadas, ainda necessita de aprofundamentos e para ultrapassar essa barreira o profissional precisa buscar alternativas, implementar metodologias e formalizar uma rede de apoio que o auxilie nessa tarefa. Conclusão: A formação do profissional da educação inclusiva deve se expandir para além do aprendizado específico de conteúdo. Deve-se considerar os estudantes como seres em desenvolvimento social, cultural, físico e político

Publicado

05-05-2026

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