Adubação Nitrogenada na Cultura do Milho
Palavras-chave:
Adubação, Produtividade, Zea maysResumo
Introdução: O milho (Zea mays) é uma cultura de grande relevância para o agronegócio brasileiro, desempenhando um papel estratégico na segurança alimentar e nas cadeias produtivas animal e industrial, o milho responde de forma bastante sensível ao manejo da adubação, especialmente quanto ao nitrogênio. O nitrogênio (N), é o nutriente mais limitante para a cultura, fundamental na fotossíntese, no crescimento vegetativo e enchimento de grãos, assim, ele exerce um papel fundamental em processos fisiológicos e estruturais. Dessa forma, a quantidade correta desse nutriente pode influenciar não apenas na produtividade, mas também, na eficiência e no uso dos recursos, reduzindo impactos econômicos e ambientais. Objetivo: Objetivou-se avaliar como diferentes formas de parcelamento da adubação nitrogenada influenciam no crescimento, no desenvolvimento e na produtividade do milho. Enfatizando sua influência no rendimento, na eficiência do uso de nitrogênio e nos impactos ambientais associados. Métodos: Trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo e narrativo, baseada em artigos científicos publicados entre 2020 a 2025, com seleção criteriosa em bases acadêmicas como periódicos da CAPES, buscando uma análise crítica e síntese comparativa dos resultados disponíveis. Conclusão: A pesquisa demonstrou que a divisão da adubação nitrogenada ao longo do ciclo do milho favoreceu o crescimento da cultura e refletiu positivamente no rendimento final. O fracionamento do nutriente mostrou-se uma alternativa eficaz para otimizar o aproveitamento do nitrogênio, reduzindo perdas e ampliando a resposta produtiva da planta. Assim, o manejo adequado desse insumo contribui para maior eficiência agronômica e sustentabilidade do cultivo, favorecendo a otimização do uso de insumos, a redução de impactos ambientais e a consolidação de sistemas agrícolas mais resilientes.
Palavras-chave: adubação; produtividade; zea mays