Quebra de dormências em sementes
Palavras-chave:
extensão universitária; fisiologia vegetal; quebra de dormência.Resumo
No IFPI, a extensão é concebida como uma práxis que possibilita o acesso aos saberes produzidos e as experiências acadêmicas. Assim, é oportunizado o usufruto direto e indireto desses saberes e experiências por parte de diversos segmentos sociais, de modo a beneficiar a consolidação e o fortalecimento dos arranjos socioprodutivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural da região (IFPI, 2022). No IFPI, a extensão é concebida como uma práxis que possibilita o acesso aos saberes produzidos e as experiências acadêmicas. Assim, é oportunizado o usufruto direto e indireto desses saberes e experiências por parte de diversos segmentos sociais, de modo a beneficiar a consolidação e o fortalecimento dos arranjos socioprodutivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural da região (IFPI, 2022). Nesse sentido, os discentes do curso de licenciatura em ciências biológicas estão realizando a quebra de dormência de sementes nativas da Amazônia como a semente da orelhinha ( Enterolobium contortisliquum), sementes de ingá banana (Ingá laurina) e sementes de copaíba (Copaifera reticulata Ducke). Vivenciar os métodos de quebra de dormência através da Extensão Curricularizada é uma prática que vai muito além da teoria dos livros, é a chance de visualizar de forma concreta, na prática, como a ciência pode colaborar com processos naturais, respeitando a natureza das plantas.
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